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14 dezembro 2011

Montra Humana l um imenso obrigada



A minha terceira Montra Humana teve como objectivo dinamizar as ruas da cidade e é uma entrega que faço à minha Lisboa mais visionária, sempre que a energia mo permite.

Agradeço as parcerias de
Marcela Brunken e do seu lindo projecto Fabrico Infinito, da Babel, da Paris-Sete, Smeg, KitchenAid, Dualit, Rosti, Nespresso, Niu Sistemas, Espaço B, M.A.C. Cosmetics, O Alfaiate Lisboeta, Love is My Favorite Colour, Fiuza, Jacob's Creek Sparkling e do incansável restaurante The Decadente, onde destaco a entrega do chef Nuno Bandeira de Lima e da energia inesgotável de Duarte e Bernardo D'Eça Leal, fulcrais para fazer acontecer três jantares inesquecíveis.

A presença dos parceiros convidados não foi cobrada e não teve qualquer fim lucrativo.
A todos (aos parceiros , aos que jantaram e aos que observaram) e à Flamingo que imortalizará tudo numa curta metragem (para ver em breve) o meu imenso obrigada.

06 novembro 2011

embora construir uma biblioteca?



é já esta terça feira que inaugura o Mercado do Livro, um novo ritual no coração de Lisboa onde a troca vem substituir o pagamento e é a partilha que define o modo como nos relacionamos. 'dar antes de receber e dar para receber'.

mais um conceito genial dos manos D'Eça Leal e com um segredo bem guardado: o lançamento do novo cocktail de homenagem a Lisboa. apenas com ingredientes portugueses, como já dita a lei da casa, e inspirado numa receita deixada como segredo nas costas de um guardanapo... assinado por uma misteriosa Miss Lisboa.

saiba tudo aqui.

ainda há alfaiates como antigamente



sabes...este prémio já o ganhaste há muito tempo. e em Portugal parece que que não passou de moda as medalhas e galhardetes que incham o ego do povo muitas vezes ignorante.

muitos dos que te aplaudiram naquela noite já ousaram usar palavras não merecidas sobre o teu talento e todos esses, os que não acreditavam em ti colhem agora qualquer coisa já distante.

nunca duvidei do tamanho da montanha que te esperava, nunca duvidei da quantidade de fósforos que ainda te falta acender... isto é só um começo, sei do que falo.

na noite quente da Vogue fashion's night out vi grupos de míudas novas gritarem pela rua. 'é o alfaiate' diziam... és um homem bonito, Zé. mas ter o privilégio de poder aceder todos os dias à beleza que trazes dentro e te move, é no mínimo uma das dádivas do meu mundo.

abençoada Saint-Tropez ;-), que nos cruzou para sempre e admiráveis linhas nas mãos do homem, que tantas vezes me coze o coração. obrigada meu alfaiate por seres quem és... é isso. simples, verdadeiro, genuíno e humilde como só tu sabes ser.

03 novembro 2011

12 outubro 2011

'o incondicional dos afetos'



'mais importante do que acreditarmos em Deus é que acreditemos uns nos outros'.

gostei de muitas das palavras desta entrevista.

28 setembro 2011

como o movimento silencioso das algas


tal como as casas em construção,
é quando os amigos partem que recolho com a beleza do mundo o mais importante das nossas vidas sempre tão fugazes. a importância das mesas desconstruídas, onde com as migalhas ecoam ainda o rasgar dos sorriso de uma noite de verão. a partilha de um dia improvável, a mistura de almas distantes e desconhecidas, que se misturam em fermentação como um bom vinho nascido das vinhas de Lagido.

e há um momento em que as paredes brancas se iluminam. depois da porta fechada e das velas que se vão apagando, elevo as palavras de um dos meus maiores mestres.

hoje 'adquiri um andar flutuante - como o movimento silencioso das algas. um andar oceânico.

16 novembro 2010

no dia em que fiquei cego

na distância dos mal entendidos do mundo, o movimento da cidade.
e nos dias em que volto a abraçar palavras de Al Berto, quando escreve que 'no dia que fiquei cego decidi ser fotógrafo', o refúgio no testemunho das músicas do carteiro, ou a grande dúvida,

a que distâncias deixamos tantas vezes o coração?

11 novembro 2010

a cidade e as serras



há lugares me fazem não ter palavras pela experiência, ou pela intensidade de energia gerada à volta do legado da natureza, ou do mais importante legado de todos: os seres humanos. os donos desta casa construiram um grande sonho, sustentado na observação das estrelas e enquanto a sua história de amor se funde com a beleza das faias basta-me pedir ao universo, que me dê sabedoria suficiente para conseguir partilhar a mais bonita casa da Serra da Estrela.
em breve numa das minhas páginas sobre a extensão das cidades.

a cidade e as serras II ou um 'lactarius deliciosus'

sempre gostei de me abraçar às árvores. 'elas também falam'.




uma das elevações mais fascinantes da Casa das Penhas Douradas é a travessia da floresta à procura de cogumelos. as espécies são muitas (há um que se chama Sancha que em latim tem a ternura do nome 'lactarius deliciosus'). para não cair na tentação de alguma magia ou alucinação, sugere-se a procura na companhia de um dos metres da Ecofungos. fascinante ainda é o micélio de onde nascem os cogumelos, que pode percorrer milhares de quilómetros de distância e que é o grande responsável pela ligação da energia das árvores por baixo da terra. agora imagine juntar à libertação da natureza (também o privilégio das escolhas do chef Ljubomir Stanisic) um workshop de cozinha nas talentosas mãos chef Luís Baena. é um verdadeiro manifesto aos cogumelos mágicos.






a cidade e as serras III

qualquer semelhança da imagem, com uma das obras primas de Yann Arthus Bertrand é pura coincidência.



'no começo do verão, antes de demandar os altos da serra, ovelhas e carneiros deixavam, em poder dos donos, a sua capa de inverno. lavada por braços passantes, fiada depois, a lã subia, um dia, ao tear. e começava a tecelagem. o homem movia, com os pés, a tosca construção de madeira, enquanto as suas mãos iam operando o milagre de transformar a grosseira matéria em forte tecido. constituía o acto uma indústria doméstica, que cada qual exercia em seu proveito, pois a serra não dava, nessas recuadas eras, mais do que lã e centeio.'

são palavras de Ferreira de Castro que transpiram um dos projectos Saberes e Fazeres da Vila em Manteigas, na Serra da Estrela. a fábrica (uma fascinate e deliciosa viagem no tempo) recupera a energia de outros tempos com a inovadora marca Burel, que abriu recentemente uma loja no Chiado. entre mantas, tapetes, tapa-pés para cama e muitos acessórios estou rendida ao banco tertúlia. para perceber do que estou a falar mergulhe aqui.











10 novembro 2010

e tu reciclas as tuas? II



não é preciso ser a super mulher para contribuir para um mundo mais elevado. e confesso que me espanto por pertencer à ínfima percentagem de pessoas que reciclam no edifício do andar atlântico. já todos conhecem a minha obsessão por estas cápsulas, mas hoje a causa é outra.

comecei o dia nas margens do Rio Sado e confirmei, não apenas a beleza dos arrozais, mas mais um feito da responsabilidade Nespresso. ao reciclarmos as cápsulas estamos não só a contribuir para um mundo mais limpo, como a ajudar quem precisa. com a missão de reduzir as emissões de carbono em 20%, o objectivo urgente da Nespresso é transformar as 19 toneladas de cápsulas recicladas, em 300 toneladas (o que equivale a 30 milhões de cápsulas).

o projecto consiste no aproveitamento da borra de café (resultante do processo de separação da borra e do alumínio) integrada num composto agrícola que será utilizado para fertilização de aproximadamente 2 hectares de terreno de cultura de arroz. o arroz obtido nestes lotes de terreno será processado e controlado pela Saludães e oferecido ao Banco Alimentar. os 30 milhões de cápsulas darão 50 toneladas de arroz, ou seja um milhão de refeições para quem tanto precisa. ainda tem dúvidas? mais aqui.

08 novembro 2010

páginas de papel, sim para sempre II



depois deste post há também quem adira ao poderoso legado do cheiro das páginas sublinháveis: a criação de uma vela a cheirar a páginas de livros antigos. como filha de um alfarrabista só poderia achar a ideia da Assouline absolutamente extraordinária.

05 novembro 2010

a Madame sonha a obra nasce



é assim, a Madame sonha, pega num telefone e engrandece Lisboa. Enquanto a crise abana barracas, há quem aproveite a carruagem para sonhar mais alto e no caso da Mariana Duarte Silva só lhe posso agradecer por engrandecer a minha cidade. O Village Underground chega hoje (de Shorderitch, Londres) a Lisboa e se não sabe o que é, não deixe de passar hoje pelo Open Day do Lx Factory, entre as sete e as vinte e três. Conte com a apresentação do VU - escritórios que vão nascer em antigas carruagens de metro ou em autocarros antigos, como espaço de trabalho e intercâmbio cultural - e os sonhos, sempre tão bem implementados, de uma das senhoras mais visionárias da minha cidade.

02 novembro 2010

sobre o projecto da humanidade


para todos aqueles que ultimamente me têm criticado por qualquer obcessão biológica, ou por uma vida mais saudável (tudo isso e ainda as corridas à luz da lua), aqui fica o testemunho de alguém para quem a vida passa pelo projecto mais importante de todos: o da humanidade.