
A todos (aos parceiros , aos que jantaram e aos que observaram) e à Flamingo que imortalizará tudo numa curta metragem (para ver em breve) o meu imenso obrigada.





na distância dos mal entendidos do mundo, o movimento da cidade.
e nos dias em que volto a abraçar palavras de Al Berto, quando escreve que 'no dia que fiquei cego decidi ser fotógrafo', o refúgio no testemunho das músicas do carteiro, ou a grande dúvida,
a que distâncias deixamos tantas vezes o coração?












para todos aqueles que ultimamente me têm criticado por qualquer obcessão biológica, ou por uma vida mais saudável (tudo isso e ainda as corridas à luz da lua), aqui fica o testemunho de alguém para quem a vida passa pelo projecto mais importante de todos: o da humanidade.