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10 fevereiro 2012

Portugal pode ganhar um Urso de Ouro




a 62ª edição do Festival de Berlim que vai homenagear este ano Meryl Streep, decorrerá de 9 a 19 de Fevereiro.

a história de Miguel Gomes, 'Tabu' é uma história de amor e crime que rodeia a vida de uma idosa que mora num prémio em Lisboa. existe uma retrospectiva, para os tempos coloniais passando por Moçambique. mais aqui.

10 setembro 2011

frase da noite



'forget regret or life is your to miss'.

mais aqui, aqui e a estrondosa voz de Idina Menzel aqui.

02 setembro 2011

'provado o quê?'


'A Concetta tem razão. Depois de ter amado, ficar com um homem como ele é como beber água depois de ter provado Marsala'.

12 janeiro 2011

livro do desassossego



conseguir ir à última sessão do Livro do Desassossego de João Botelho no Centro Cultural de Belém. e saí de lá com a sensação do que faria Wong Kar Wai com o livro... é que tirando as imagens de Lisboa , o encadeamento dos textos e o fado da Carminho achei que estavam a gozar comigo. e podia começar a descrever a cena de cantoria lírica na floresta, mas não quero perder energia com maledicências.
tentar também nos enaltece?

22 setembro 2010

'the carousel'



não sei onde tive a cabeça estes meses todos, mas desde Julho que está online a quarta temporada da série Mad Men, essa obra prima de Matthew Weiner. passada no início dos anos sessenta aconselha-se a quem goste de glamour, Nova Iorque, e escolhas. muitas escolhas.

14 setembro 2010

'somewhere'



é da Sophia Coppola, ganhou o Leão de Ouro em Veneza e ainda há direito, mais uma vez, à música dos Strokes . não é preciso dizer mais nada.


07 setembro 2010

l'arnacoeur



Romain Duris, Vanessa Paradis e Andrew Lincoln (o inesquecível homem dos cartazes daqui) tudo na mesma fita e em francês? não me digam mais nada.

17 julho 2010

invictus


out of the night that covers me,
black as the pit from pole to pole,
i thank whatever gods may be
for my unconquerable soul.

in the fell clutch of circumstance
i have not winced nor cried aloud.
under the bludgeonings of chance
my head is bloody, but unbowed.

beyond this place of wrath and tears
looms but the horror of the shade,
and yet the menace of the years
finds, and shall find, me unafraid.

it matters not how strait the gate,
how charged with punishments the scroll.
i am the master of my fate:
i am the captain of my soul.

30 maio 2010

el segredo de sus ojos


não hesitei em escolher uma amostra sem qualquer legenda ou voz. a fita sublime de Juan José Campanella galardoado com o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro 2010 e com música de Federico Jusid deixou-me estrondosamente silenciosa.

io sono l'amore



verdade, simplicidade ou a 'queda de um anjo' num filme que fala a língua da libertação. não percam por nada deste mundo esta obra sublime de Luca Guadagnino.

05 maio 2010

banheira de papel


hoje roubei esta imagem da banheira de papel,
uma das moradas mais cénicas da blogosfera. o motivo,
transportou-me ao futuro da minha parede dos poetas.

27 abril 2010

palavra (en)cantada


Não percam a palavra (en)cantada na Casa Fernando Pessoa esta quinta-feira às 18h30. 'Um documentário de longa-metragem dirigido por Helena Solberg, que faz uma viagem pela história do cancioneiro brasileiro com um olhar especial para a relação entre poesia e música. Dos poetas provençais ao rap, do carnaval de rua aos poetas do morro, da bossa nova ao tropicalismo, Palavra (En)cantada passeia pela música brasileira até aos dias de hoje, costurando depoimentos de grandes nomes da cultura do Brasil, performances musicais e surpreendente pesquisa de imagens.

Com a participação de Adriana Calcanhotto, Antonio Cícero, Arnaldo Antunes, BNegão, Chico Buarque, Ferréz, Jorge Mautner, José Celso Martinez Correa, José Miguel Wisnik, Lirinha, Lenine, Luiz Tatit, Maria Bethânia, Martinho da Vila, Paulo César Pinheiro, Tom Zé e Zélia Duncan. Imagens de arquivo resgatam momentos sublimes de Dorival Caymmi, Caetano Veloso e Tom Jobim. Poemas de Fernando Pessoa, João Cabral de Melo Neto, Hilda Hilst e pérolas de grandes compositores conduzem o guião.

veja uma amostra aqui e ainda mais aqui.

23 abril 2010

movie on



podia até não gostar do cartaz do indie deste ano, mas num mundo talhado a máscaras confirmo a delícia da realidade. isso e a liberdade de poder ir às sessões a meio da tarde, assim como quem não se prende a nada e tem tempo para tudo.

vou ali e já venho.

22 abril 2010

hoje é o dia da terra

na tentativa do abraço cada vez mais largo ao universo, decretei que apenas usaria produtos como este no andar atlântico. quanto a detergentes a escolha é imediata, mas confesso que pagar quase €5 por isto para atirar buraco abaixo é um esforço, compensador na minha humilde consciência.

vi o 'into the wild' fora de horas, mas não deixou por isso de ser uma fita que ocupa a prateleira mais alta desta casa. em homenagem ao dia de hoje e nas escolhas de Christopher McCandless, entre Lord Byron, Tolstoi ou Boris Pasternak partilho-vos a célebre frase de Henry David Thoreau que inunda uma das cenas do filme.

mais do que o amor, do que o dinheiro, e do que a fama,

dai-me a verdade.

18 abril 2010

as cerejas no reino do maravilhoso



mais um tropeção na Fnac. desta vez (finalmente encontrei) o documentário Manuel Hermínio Monteiro de André Godinho. uma hora de testemunhos do seu amor e muitos amigos, sobre um ser humano que elevou a poesia e a quem dediquei a primeira colecção da criarte.

'o nome de um pássaro' como lhe chamou o Tolentino, o 'princípe' de Cesariny ou o 'perfeito incendiário' de Alfredo Saramago. a memória permanece nas folhas das árvores.

e se é verdade que a imagem de Manuel Hermínio Monteiro ainda procura o coração de José Agostinho Baptista, a viagem da poesia confirma que os livros sempre foram 'editados pelo prazer e não pelos patacos'. sempre defendi este segredo, quando o objectivo do dinheiro é diluído na paixão o caminho é mais limpo.

ainda tive o privilégio de um dia jantar na mesma mesa de m.h.m. e por na altura não ser a balsaquiana que hoje sou limitei-me (infelizmente) à distância do sorriso. mais tarde e para pedir os direitos para o lançamento da criarte encontrei-me com a sua companheira de vida Manuela Correia que me disse que o Cesariny abria sempre os braços nas viagens que faziam juntos. agradeço a coincidência.

no poder de 'retirar a ansiedade do tempo', a presença da ligação sagrada à natureza e a unidade do universo onde o ser humano também habita. assim simples e sublime, como se 'o tempo em que te espero me desse toda a dignidade do mundo'.

14 abril 2010

um lugar para viver



a história 'Away we go' de Sam Mendes transportou-me ao passado, no dia em que me lembro de ter chegado a Lisboa - vivia na Grécia - abraçada a um 'start again' e ter atirado sessenta caixas (ou o meu sublime legado) para dentro de um armazém. a pergunta mais válida, apenas esta: 'quando e onde voltaria a encontrar-me com os meus objectos e os meus amigos silenciosos?

lembro-me que bati com a porta, abandonando o armazém com o objectivo determinado de um dia, voltar a marcar o número de telefone da empresa de mudanças. nesses dias distantes lembro-me do pensamento que me movia: aconteça o que acontecer, terá de ser contruído com paixão. nada de prostituições em função de um alcance mais rápido aos objectos. sim, hoje apenas me movo abraçada à liberdade. sem medo, o dinheiro (essa palavra que verbalizo, consciente de que é apenas uma energia que está neste mundo para nos servir), aparece sempre para voltar a erguer o castelo. e confesso-vos que muitas vezes ainda me espanto com os frutos duma árvore que nunca se deixou podar pelo medo.

na senda dos riscos que cumpri durante a vida, muitas vezes me cruzo com histórias e pessoas que vivem sem redes, como eu. e os filmes de Sam Mendes obrigam-me sempre a confrontar capítulos do passado. 'American Beauty' ou 'Revolutionary Road' já tinham marcado encontro com algumas gavetas da memória. em 'Away we go' não me posso esquecer da imagem final do filme (e não revelarei pormenores para não estragar surpresas) o olhar final de duas pessoas que testemunham 'o elogio do amor' de Miguel Esteves Cardoso.

nunca precisei de colar um itinerário dentro de nenhum dos meus casacos, mas sei que muitas vezes apenas tomamos consciência das nossas imagens passadas nas histórias dos outros. o espelho foi muito próximo: a emoção e a incompreensão na expressão de Verona (Maya Rudolph) e a surpresa serena de Burt (John Krasinski), tudo numa imagem que faz esquecer qualquer cartão a fazer de vidro, ou o frio que um dia entrou através de uma janela partida.
mais aqui e aqui.

08 abril 2010

a cidade branca



finalmente apanhei o Dans la Ville Blanch do Alain Tanner na Fnac. a fita captada pela fotografia de Acácio de Almeida é filmada em Lisboa e co-produzido com Paulo Branco.

o argumento reflecte a solidão e a inconstância de um homem que se perde nas velhas ruas da zona ribeirinha de Lisboa, onde vive um inconsequente amor com uma 'rapariga de alma itinerante'. o envolvente e sensível drama sentimental, eleva a nossa cidade branca que se assume mais como personagem do que como cenário.

um mecânico naval - Bruno Ganz (o anjo do meu idolatrado Wings of Desire de Wim Wenders) - chega a Lisboa a bordo de uma 'fábrica flutuante' e também é um dos viajantes de Bertolucci quando decide ficar na nossa cidade.
na história um relógio anda em sentido inverso, que nas palavras de Rosa - Teresa Madruga - não é mais do que um relógio correcto num 'mundo ao contrário'. os silêncios e a solidão do homem são brancos, num cenário que mostra uma Lisboa decadente (estamos em plenos anos oitenta) com a salvação dos táxis serem ainda pretos e verdes.

o homem viajante deambula pela cidade, é um desertor e nas suas palavras
e o 'tempo desfaz-se', numa fita que testemunha a história cénica da minha cidade.

05 abril 2010

A cidade na ponta dos dedos l A cidade cénica


clique na imagem ou se é assinante aqui.

Objectos que honram cenários de cinema, um curso que nos convida a viajar pelas histórias da sala escura e ainda um caderno para elevarmos os filmes da nossa vida.

publicado a 3 de Abril na Revista Única do Expresso.

02 abril 2010

travellers

na senda da partilha no Diário Económico, a elevação aos viajantes.

24 março 2010

nesses dias distantes

- Look at my watch.
- Why should I?
- Just for a minute ok?
- Times'up. What now?
- What's today's date?
- The 16H.
- April 16Th 1960, one minute before 3:00. We were here together.
I'll always remember that minute because of you.
From now on we're one-minute friends. It's a fact you can deny it.
It’s already happened.
(mais aqui).