28 fevereiro 2008
27 fevereiro 2008
o Bolhão é nosso
usando as palavras que me chegaram por e-mail de Catarina Portas, o Bulhão é provavelmente o mais belo mercado português. Vai ser demolido e transformado num shopping. O pouco que se conhece do projecto é mau e as contrapartidas negociadas uma vergonha. Uma petição contra este projecto já reuniu mais de 30 mil assinaturas mas nenhuma será demais. Apelamos a todos os que ainda não o fizeram, para que se juntem ao protesto.
Para acompanhar o manifesto clique aqui e para assinar a petição aqui.
25 fevereiro 2008
O Senso e a Cidade l da minha língua vê-se o mar

22 fevereiro 2008
20 fevereiro 2008
2 amigos, 1000 euros cada um, de bicicleta até Dakar?
é já manhã que o meu amigo mais viajante, Jorge Vassalo acompanhado do amigo Carlos Carneiro partem de bicicleta de Lisboa até Dakar. só podem gastar 1000 euros cada um.
e nós até onde vamos? despedida amanhã no Terreiro do Paço a partir das 13h.
acompanhe o blog aqui.
19 fevereiro 2008
Y me manque

são assim, os viajantes de mundo que se apaixonam pela nossa cidade.
vote em Lisboa para o Monopoly

O Monopoly está a lançar uma nova edição mundial e convida todas as pessoas do mundo a votar nas melhores cidades do globo. As 22 cidades com maior votação a nível mundial farão parte do tabuleiro global do Monopoly.
Vote nas em Lisboa nas "minhas cidades preferidas" aqui.
projecto memória escura

18 fevereiro 2008
O Senso e a Cidade l Pink Lisbon

16 fevereiro 2008
Lisbon is transforming into a chic capital

Com sonhos cor-de-rosa e vinho do Porto, Portugal’s central coast serves up an enticing cocktail num artigo desta vez pela Virtuoso Life Magazine.
15 fevereiro 2008
13 fevereiro 2008
convite 14 Fev

onde Lisboa brilha para além do óbvio,
a Jameson, patrocinador da minha coluna Descobrir
convida-nos a todos aqui. (ligar o som)
11 fevereiro 2008
Portugal ganha 3º lugar World Press Photo

um ano depois

10 fevereiro 2008
O Senso e a Cidade l Desejos antecipados

08 fevereiro 2008
Portugal deserves deeper exploration

Descobrir l único e irrepetível

na natureza nada se repete,
não há duas árvores iguais,
dois pássaros iguais,
duas gotas de chuva iguais,
dois beijos iguais.
neste fabrico infinito também tudo é único e irrepetível.
não volta mais.
aproveitem. e sejam felizes.
Rua Dom Pedro V, 74 Lisboa
Tel. 21 246 7629
http://www.fabricoinfinito.com/
Seg a Sex 11h – 19h (o horário irá ser alargado no futuro)
07 fevereiro 2008
reabriu


01 fevereiro 2008
30 janeiro 2008
28 janeiro 2008
O Senso e a Cidade l Mais vale tarde

É urgente questionar a falta de dinâmica que caracterizou todo o processo, e os desperdícios continuamente feitos ao longo da zona ribeirinha de uma cidade que recebeu pelas mãos da natureza um Tejo de mão beijada.
E no final o ditado prevalece: mais vale tarde do que nunca.
26 janeiro 2008
24 janeiro 2008
mais luz para Lisboa

na Rua Dom Pedro V, 74.
muito à frente, este novo espaço,
sonho de uma brasileira e uma alemã promete originalidade, transformação e um café com esplanada em pleno Príncipe Real.
23 janeiro 2008
tributo
fraqueza de espírito ou não,
a procura do nada permanece.
Batman - The Dark Knight (2008)
I'm Not There (2007)
Brokeback Mountain (2005)
Casanova (2005)
The Brothers Grimm (2005)
Ned Kelly (2003)
Monster's Ball (2001)
A Knight's Tale (2001)
The Patriot (2000)
10 Things I Hate About You (1999)
Two Hands (1999)
21 janeiro 2008
O Senso e a Cidade l Na palavra Oportunidade

O Turismo de Lisboa perguntou-me qual a relação com a minha cidade e o senso leva-me a partilhar-lho hoje por estas linhas.
Enquanto caminho livre pelas ruas da cidade, abraço a palavra cumplicidade. O sentido de pertença molda-se em silêncios puros, que não já não precisam de nome. Ontem menina e moça, hoje mulher és a minha Lisboa, uma amante por quem vivo uma paixão compulsiva.
Desejando-te uma feminilidade balzaquiana, procuro-te ainda um mais digno Terreiro do Paço, a recuperação dos edifícios devolutos, a substituição das inexplicáveis esplanadas de plástico, uma Baixa Pombalina com sorrisos nocturnos, ou mesmo uma perseverança e uma vontade mais sentida. Mas foi nos dias em que te troquei pela justa e rigorosa Amesterdão ou pela alegre e caótica Atenas, que realizei numa certeza mais limpa, a bênção de um Tejo que nos abraça. Talvez por isso, e apesar do que te falta, não ousei trocar-te pela movida de Madrid.
Sonhos e futuros à parte, sempre misteriosa, a minha cidade branca continua a atrair viajantes, sejam eles descobridores por tempo certo, ou vidas livres que passaram a chamar pátria à nossa capital. E perante a energia presente, onde se vive a ideia de mundo, os alternativos pontos de encontro fazem-me trocar pensamentos e palavras mais europeias. Por isso agradeço os novos lugares que hoje habito. Lisboa está, sem dúvida, mais iluminada e se muitos acusam ainda o ”tanto por fazer”, apenas me revejo na palavra oportunidade.
Entre as esquinas escondidas e os tapetes de folhas de plátanos que testemunham a estação presente, sei que Lisboa é insubstituível. E se o caminho é longo, para nunca deixar de a sonhar, nas suas sete colinas me enaltecerei. Sempre.
coluna de opinião publicada a 21 de Janeiro no Meia Hora
18 janeiro 2008
17 janeiro 2008
Nike somewhere outside Manchester
a Nike continua a apostar as suas publicidades nos valores portugueses.
o que é nacional continua a ser bom.
16 janeiro 2008
Descobrir l os 4 elementos

Barcelona: Guilherme Godinho, Gota Pinto-Coelho e Pedro van Zeller
Londres: Sousa e JoanaVilhena Ramos e Josephine Campos e Sousa
Nova Iorque: João Rodrigo Santos e Rui Abecassis
14 janeiro 2008
O Senso e a Cidade l Fogo sem Fumo

Como contraste bastou-me um ano de Atenas para perder qualquer hábito fundamentalista, sendo que as famílias gregas fumam com os filhos dentro do carro de janelas fechadas e as saídas à noite mais parecem uma busca ao Rei D. Sebastião. Apesar da tinta que corre sobre a nova lei anti-tabaco, que entrou em vigor em Portugal no início de 2008, hoje sei que habito um país onde me acompanha a palavra equilíbrio.
Nos 14 dias de lei, e pelo que observei devo escrever que estou impressionada com o cumprimento dos portugueses. Nem sempre são perfeitas as soluções, mas a necessidade de nos despirmos em frente à máquina de lavar depois de uma ida ao Lux baixou literalmente e o day after já não é tão ressacante.
Nos meus trinta anos saborosamente balzaquianos confirmo que viver é muito bom, e sempre que o escrevo tropeço na palavra saúde. Ao que parece Lisboa está mais respirável e desculpem-me “o egoísmo” mas a minha liberdade permite-te gostar mais desta versão. Mesmo com a nova lei, Lisboa continua divertida e luminosa e apesar do ditado fica comprovado que afinal pode haver fogo sem fumo.
frase da semana
crédito João Pereira Coutinho
10 janeiro 2008
on the waterfront with style II

07 janeiro 2008
frase da semana
crédito ao ego descontrolado, também ilustre guru Duarte Miranda Mendes
O Senso e a Cidade l Os sorrisos livres

aqui na página 7 ou
Porque é a primeira vez que escrevo esta coluna em 2008 gostaria de o fazer não apenas sobre, mas também para o maior património de Lisboa: os viajantes que todos os dias inundam as ruas da cidade. Aplicável a todos os outros centros urbanos de Portugal, o poder do ser humano como factor indispensável à energia de uma Lisboa mais feliz é suficientemente valioso para lhe dedicar estas linhas.
Muitas são as promessas no novo ano, muitas são as expectativas que vamos desejando conquistar. Muitas são as pedras que nos engrandecem e muitos são os desafios que nos vão construindo. Determinados na tarefa de alcançar os objectivos a que nos propomos e a atitude com que o faremos será sempre o grande factor diferenciador. A palavra “difícil” poderá aparecer pelas esquinas inesperadas, mas esse ingrediente dará às vitórias uma outra luz mais transbordante.
Num país abraçado pelo Fado, e onde se vive o constante sentimento de faltar sempre alguma coisa observo muitas vezes os sorrisos tristes, transportadores das palavras “impossível” ou “complicado”. Seremos sempre seres humanos mais inteiros se mantivermos a capacidade de sonhar e seremos habitantes mais felizes quando nos entregamos com auto-estima e confiança ao papel a que nos propomos desempenhar na sociedade.
Num novo ano que agora começa atrevo-me a registar que qualquer capital europeia é sempre mais luminosa, quando transporta o movimento diferencial de quem simplesmente acredita.
É que o poder de uma cidade estará sempre nos sorrisos livres.
As cidades portuguesas merecem. E a nossa identidade também.
coluna de opinião publicada a 7 de Janeiro no Meia Hora
06 janeiro 2008
03 janeiro 2008
01 janeiro 2008
31 dezembro 2007
28 dezembro 2007
27 dezembro 2007
26 dezembro 2007
25 dezembro 2007
23 dezembro 2007
21 dezembro 2007
20 dezembro 2007
19 dezembro 2007
17 dezembro 2007
the great Porto
uma outra sofisticação mais serena
define o limites
do que nos engrandece.
O Senso e a Cidade l A prata da casa

aqui na página 7 ou
Porque é a última vez que escrevo antes da passagem de ano partilho o entusiasmo vivido no passado Outubro, com o restauro do relógio do Arco da Rua Augusta. A orientar-nos temporalmente desde 1941, o coração deste ex-líbris público em pleno Terreiro do Paço voltou a bater o coração com as obras de recuperação efectuadas por Luís Manuel Cousinha, neto do fabricante do mecanismo e precursor do avô e do pai. O arranjo custou cerca de 12 mil euros, resultado de uma parceria entre o Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar), a empresa Torres Distribuição e a relojoeira Jaeger-leCoultre.
Tanta sorte não teve o relógio da hora legal do Cais do Sodré instalado naquele local, para informar os barcos que deixavam o Tejo e precioso para o acerto dos cronómetros marítimos, instrumentos essenciais à navegação.
Depois da descaracterização a que a Praça Duque da Terceira foi sujeita, voltando as costas da cidade ao rio, com a construção dos edifícios para albergar a Agência Europeia de Segurança Marítima e do Observatório da Toxicodependência, a Administração do Porto de Lisboa colocou um novo relógio que no seu entendimento é de "tecnologia digital e design bem mais moderno". O original foi colocado em exposição na Gare Marítima da Rocha do Conde de Óbidos, em Alcântara, e com esta troca, o marco público da praça passou a ser mais um, pois o mesmo já não está ligado aos cinco relógios atómicos do Observatório Astronómico de Lisboa (OAL).
Para uma cidade credibilizar a sua história, não faria mais sentido a reposição do mecanismo, mas com a verdadeira prata da casa?
coluna de opinião publicada a 17 de Dezembro no Meia Hora
14 dezembro 2007
13 dezembro 2007
Europe’s West Coast























