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19 agosto 2009

prodigiosas



reponho neste post a imagem que acompanha a segunda pele de Alberto Caeiro.

um dos meus amigos mais queridos está me sempre a lembrar duas frases. a primeira que um ser humano não se avalia pela quantidade de vezes que cai, mas pela maneira com que se levanta. a outra diz que as palavras podem ser muito bonitas, mas será sempre nos actos que se distingue a verdadeira essência dos seres humanos.

estou com a nítida alegria - e não tenho a certeza porque o partilho - que me sinto mais humana na verdade mesmo que a mesma implique desertos mais longos. não sei - enquanto humanidade - no que nos estamos a tornar e pergunto-me muitas vezes como é que a beleza de tantos seres humanos se permitiu a tanta vivência descartável e a tanta "prostituição por migalhas". e quando escrevo esta frase observo-me mergulhada em humildade e silêncio, cúmplice dos que vivem o desafio de falar a mais ousada das linguagens, a da frontalidade com a sua alma.

confesso ainda, que este tipo de exposição no blog me tem surpreendido e por momentos quase que aceito - teaser de um amigo que me conhece bem - escrever a minha versão de um Bilhete de Identidade (testemunho de vida de Maria Filomena Mónica que tanto me ajudou a tomar a decisão mais difícil e vitoriosa do meu percurso de vida). o caminho terá de ser construído em verdade, e detentora de fibra - importante referir que a mesma não é virtual - vou continuar a acreditar na beleza do ser humano.

dizem-me que Plutão em Capricórnio está a mexer nas "estruturas". o que quer que isso signifique, a verticalidade será uma opção vencedora dos homens e mulheres, aos quais ouso chamar de pessoas, pessoas prodigiosas.

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